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Bom dia Camaradas

Ondjaki
 

Ondjaki nos traz um convincente relato desses fundamentais anos de mudanças e esperanças. Não mais a visão desamparada e repleta de culpas de alguns escritores portugueses- os "tugas" -que participaram da guerra colonial, nem também a visão militante dos escritores angolanos dos tempos heróicos de Agostinho Neto, mas a visão realista e pragmática de uma classe média que tenta se erguer em meio ao caos. O menino, filho de um alto funcionário do governo, tem um pajem -o "camarada Antônio", cozinheiro e voz de uma certa camada popular -, estuda numa boa escola, que tem professores cubanos, e desfruta de algumas benesses, como pegar "boleia" (carona) no carro do Ministério e contar com telefone e "geleira" (geladeira) em casa. Bom Dia Camaradas é um desses livros não tendo sido escrito para um público específico, acabará, com toda certeza, ampliando o leque, interessando também a esta vasta massa de leitores que o mercado hoje nomeia como "jovens adultos".

Olá Pessoal, tudo bem?

Ondjaki é um autor angolano contemporâneo que teve uma formação no exterior e que se envolve em diferentes formas de arte como: artes plásticas, artes cênicas e até a direção de um documentário. Na literatura vem se destacando, inclusive ganhando prêmios importante como:Camilo Castelo Branco e o brasileiro Jabuti. Atualmente, vive no Brasil, mas segue escrevendo prioritariamente sobre sua Terra Natal.

Em Bom dia Camaradas acompanhamos um recorte na história da Angola nos anos 80, enquanto vivia uma guerra civil, que durou anos naquela disputa que dividia o mundo entre comunismo e capitalismo, a influencia dos colonizadores também ainda era muito vivida, uma vez que, a sua independência ainda era muito recente (1975). Nesse ambiente social e politico turbulento, acompanhamos a vida de um garoto do qual não sabemos o nome, mas que faz parte da elite, uma vez que, seu pai trabalha para o partido, estuda em uma boa escola com professores cubanos e tem empregado em casa o camarada Antônio, que representa o povo mais simples nessa história.

O interessante de acompanhar tudo pelo olhar da criança é que não há uma critica escancarada, mas por outro lado, fica claro o que o autor quis contar através de uma atmosfera de certa forma até cheia de lirismo.

Acompanhamos a surpresa do garoto ao ver a situação que os seus professores cubanos vivem, praticamente na privação, apesar de eles virem de um país que seria o exemplo da igualdade para todos. Outra parte interessante é quando eles recebem a visita de uma tia que vive no Portugal e vemos a surpresa deles nas pequenas coisas do dia-a-dia como o fato da tia não ter um cartão de alimentação e poder comprar o que quiser, desde que, tenha condições da pagar e claro, a cena super tensão quando eles se encontram com presidente da republica.

Com relação a linguagem temos muitos diálogos, inclusive, com muitas palavras típicas da Angola e glossário no final do livro ajuda muito a entender como um todo.

Achei um livro interessante, apesar de não ter me sentido tão tocada ou envolvida pelo mesmo, mas é uma leitura rápida e acho importante para conhecer um pouco mais sobre a Angola. Foi minha primeira incursão com o autor e faz parte do meu projeto que anda devagar, mas vai indo Lendo o Mundo.

Título: Bom dia Camarada
Autor: Ondjaki
Editora: Agir
141 páginas

Até a próxima,

Dani Moraes

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A promessa da Rosa (Flores da Temporada)

Babi A. Sette
 

Kathelyn Stanwell, a irresistível filha de um conde, seria a debutante perfeita, exceto pelo fato de que ela detesta a nobreza; é corajosa, idealista e geniosa. Nutre o sonho de ser livre para escolher o próprio destino, dentre eles inclui o de não casar-se cedo. No entanto, em um baile de máscaras, um homem intrigante entra em cena… Arthur Harold é bonito, rico e obstinado.
Supondo, por sua aparência, que ele não pertence ao seu mundo, à impulsiva Kathelyn o convida a entrar no jardim – passeio proibido para jovens damas. Nunca mais se veriam, ela estava segura disso. Entretanto, ele é: o nono duque de Belmont, alguém bem diferente do homem que idealizava, só que, de um instante a outro, o que parecia a aventura de uma noite, se transforma em uma paixão sem limites.Porém, a traição causada pela inveja e uma sucessão de mal-entendidos dão origem ao ciúme e muitas reviravoltas.


Olá Pessoal, tudo bem?

Vamos conversar sobre livro de época? E dessa vez, um livro de época escrito por uma brasileira, sim, temos brasileiros escrevendo romance de época. Eu não sou a maior especialista nesse gênero já que conheço apenas a Julia Quinn e também li Perdida da Carina Rissi que é uma mistura de Chick-lit e romance de época, mas eu vi a Paola do Livros e Fuxicos falando tão bem desse livro e estava precisando de uma leitura leve e resolvi tentar.

Apesar de escrito por uma brasileira o livro se passa no cenário clássico dos romances de época - Inglaterra do século XIX, Kathelyn é filha de um conde, mas é uma moça diferente, ela gosta de estudar, viciada em antiguidade clássica, principalmente, os gregos ela sonha em viver aventuras, conhecer o mundo e se principalmente casar por amor. Então, em um baile de mascaras ela conhece um homem misterioso também interessado em antiguidades e muito, muito charmoso convencida que nunca mais o verá ela decide sair um pouco do que seria aceitável para uma dama e faz um passeio pelo jardim. Esse homem charmoso é Arthur Harold, o duque de Belmont, logo o maior título de nobreza e o que Kathy mais despreza.

Os dois se encontram novamente em sociedade e ele decide que era será a sua esposa a nona duquesa de Belmont e já trata logo de assinar um acordo de casamento como pai da moça e passa a tentar conquista-la. Apesar de completamente apaixonada a moça continua com a sua personalidade forte e irreverente e parte por conta dessa personalidade ela se mete em muita confusão e eu ia lendo e pensando é agora que vai dar "m...". E em uma dessas confusões, associado a inveja e maldade dos outros ela vê a vida dela se transformar completamente.

O livro tem muitas reviravoltas idas e vindas e você começa a pensar, mas como que isso vai acabar bem, um dado momento os dois personagens já se machucaram tanto que você começa a duvidar que eles podem consertar isso tudo e ficar juntos. Por tudo isso, eu achei o enredo mais complexo do que dos outros livros do gênero que eu li e eu amei porque eu ficava tensa com a situação dos personagens. E autora não teve medo de colocar os personagens em situações realmente difíceis e sofridas.

Gostei bastante da escrita da autora, a interação entre as personagens, os diálogos e até as cenas mais picantes são muito bem escritas e consegue te transportar para a leitura.

A única ressalva que eu faço é com o personagem masculino ele é excessivamente possessivo e ciumento e o livro cai naquele erro de mostrar isso como proteção ou amor, quando é só posse mesmo, o personagem se redimi bastante no finalzinho e principalmente no spin off, mas mesmo assim, não gosto de ver esse tipo de atitude.

Título: A promessa da rosa
Autor: Babi A. Sette
Editora: Novo Século
432 páginas

Nesse livro há algumas passagens no tempo e logo no finalzinho tem uma passagem no tempo de 2 anos que termina em uma cena rapidinha e uma passagem no tempo de muitos anos e quando terminou eu fiquei... há não, eu gostaria de saber o que aconteceu, queria mais detalhes e mais da interação entre os dois e não é que eu descobri um spin off.


A sombra da rosa é um spin off que vai contar o que aconteceu depois desse salto no tempo de dois anos  e qualquer coisa que eu falar sobre ele vais ser spoiler sobre A promessa da rosa, mas eu amei muito ficar mais com os personagens e acho que esse é um excelente complemento para leitura original.

E no final dele tem um capitulo que faz referencia ao novo livro da Babi - Não me esqueças e que eu fiquei super curiosa para ler.


Título: A sombra da rosa
Autor: Babi. A. Sette
100 páginas

Tanto o livro quanto o conto são leituras muito agradáveis e perfeitas para um tempo de descontração.


Por hoje é isso,

Até a próxima,

Dani Moraes

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Encerramento do mês de Julho/Agosto de 2017


Olá Pessoal, tudo bem?

Depois de um mês com muitos assistidos tivemos dois meses bem fracos que resolvi  fazer o resumo junto de Julho e Agosto de 2017.


Filmes:

Julho:

1 - Vestida para casar (2008): Jane (Katherine Heigl) é uma moça apaixonada por casamentos desde criança, inclusive frequentando a vários deles, alguns no mesmo dia,  romântica e idealista sempre sonha com o próprio casamento, no caso, com o chefe George (Edward Burns), um ativista ecológico, responsável e bom moço. Mas, sua irmã mais nova Tess (Malin Akerman) chega na frente e conquista o coração do gato.  Kevin (James Marsden) é um jornalista que escreve para a coluna de casamentos preferida de Jane, mas não acredita nessa instituição e ele e Jane irão se desentender muitas vezes. Filme muito divertido, uma das comédias românticas boas.  ★★★★☆



2 - A abadia de Northanger (2007): Já falei sobre ele no post sobre o livro, então não vou falar muito aqui. É uma adaptação fiel e gostei bastante. ★★★☆☆



Agosto:


1 - A outra (2008): Mais uma história sobre Os Tudors baseado no livro da  A outra Bolena da Philippa Gregory e é uma ficção, portanto, não é para considerar o enredo como uma verdade histórica. Nessa história Anne (Natalie Portman) e Mary (Scarlett Johansson) são irmãs que foram convencidas por seu pai e tio ambiciosos a aumentar o status da família tentando conquistar o coração de Henry Tudor (Eric Bana), o rei da Inglaterra. Quando conhece as irmãs Anne desagrada o rei que acaba caindo de amores por Mary, que na verdade, era uma moça sem ambição e feliz com a vida simples que tinha, mas no final se vê apaixonada e grávida de um bastardo do rei. No entanto, Anne resolve ir atrás do rei e acaba se tornando a segunda esposa de Henrique VIII. Filme excelente, ambientação, figurino lindos e atuações excelentes, vale a pena, mas mais uma vez, reforço que é uma ficção, alguns exemplos: não há nenhuma evidencia que Mary teve um bastardo do rei, ambas as irmãs viveram na corte francesa, portanto, Mary não era essa menininha de interior retratada e outras diferenças. ★★★★★





2 - Raising the bar (2016): Eu e meus filmes de Ginastica olímpica e esportes em geral já sabemos que eu tenho um fraco por eles. Kelly Johnson (Kelli Berglund) era uma atleta da elite da ginástica olímpica nos EUA que se muda para Austrália decidida a se afastar da ginastica, mas ela acaba voltando para os treinos para ajudar uma nova amiga. Mas a vida dela não vai ser tão fácil na nova equipe e para piorar elas irão enfrentar a antiga equipe dela em uma grande competição. É um filme sobre recomeços, segundas chances e amizade. Gostei bastante, ótimo para se distrair e a parte da ginastica esta ótima!! ★★★★☆




3 - Segunda Chance (2011): Maddy (Emily Morris) é uma atleta com muito potencial, mas pouca confiança, ela e as amigas veem a chance de fazer as coisas diferentes com a chegada de uma nova treinadora (Nina Pearce) que também precisa reescrever a sua história, uma vez que, há um fato do passado que a fez desistir da carreira como atleta e que a persegue até hoje. Mais um filme sobre segundas chances e recomeços. Gostei mais do Enfrentando a Barra, mas esse também é bem legal.★★★☆☆




4 - As excluídas (2017): Duas amigas que fazem parte dos excluídos da escola uma nerd que sonha entrar no MIT Mindy (Eden Sher) e garota da música e da banda Jodi (Victoria Justice) cansadas de sempre serem zoadas e provocadas pelos populares da escola sendo a líder deles Whitney (Claudia Lee) decidem mudar a ordem social estabelecida na escola, elas perceberam que os chamados excluídos eram maioria e que a única coisa que elas precisavam era uni-los e para isso elas contam com a ajuda de uma estranha, inteligente e muito bem informada garota Virginia (Ashley Rickards) e a partir daí a revolução começa. Comédia adolescente típica sem grandes novidades porque no final toda comédia adolescente gira em torno dessa disputa populares x excluídos, mas vale a pena para ter um momento de diversão.★★★☆☆



Series:

Agosto:



1 - The Tudors (1.1 - 4.10): Essa serie vai contar a história de uma das famílias mais emblemáticas
da história da Inglaterra a Dinastia Tudor, através de seu membro mais polêmico Henrique VIII, o rei que provocou o cisma da Igreja da Inglaterra com a Igreja católica, sendo que um dos principais motivos foi porque ele queria o divorcio da primeira esposa para poder se casar com Ana Bolena e a serie começa mais ou menos nesse período, um pouco antes dele conhecer a Ana quando já estava um pouco insatisfeito com o casamento com a Catarina de Aragão por ela não ter lhe dado um filho homem. Henrique teve seis esposas, três filhos: Mary (Catarina de Aragão), Elizabeth (Ana Bolena) e Eduardo IV (Jane Seymour), tornou-se o único soberano sobre o estado e a igreja e teve um reinado longo, polêmico e realmente absolutista. A série tem algumas impressões históricas, mas é muito interessante, pois além de acompanharmos o rei e suas esposas acompanhamos todas as intrigas ocorridas na corte e conflito religioso entre aqueles que se mantinham fieis a fé católica e os reformistas. Essa é uma serie que vale muito a pena.  ★★★★★




2 - The secrets of Henry VIII's palace : Hampton (2013): Mais um daqueles documentários no estilo secrets of... logo depois que eu finalizei The Tudors assisti a esse que é focado no Hampton Court que foi a principal moradia de Henrique VIII, no estilo visita guiada vamos conhecendo o castelo da forma que esta hoje e fazendo um paralelo como era na época em que ele era a morada dos monarcas da Inglaterra. A principio, não foi pensando como um palácio para reis, mas sim a moradia de um clerico, no caso o Bispo Wolsley, mas Henrique gostou muito da casa, inclusive pela localização um pouco afastado de Londres (da época) e a beira do Tâmisa e depois de ser recebido com sua corte como convidado na casa acaba a recebendo de presente do bispo. Além de contar histórias da época dos Tudors ele vai contar sobre os próximos moradores ilustres e as alterações que foram feitas no palácio. Gostei muito e para quem assim como eu gosta de história e esta viciada por essa época é uma boa pedida. ★★★★★




Internet:

Quero indicar um site muito bom com muitas informações sobre sobre a Era Tudor, mas também tem alguns textos que se referem a outros monarcas, li muita coisa por lá, enquanto assistia a serie para conhecer um pouco mais sobre alguns personagens ou episódios, vale muito a pena explorar o conteúdo: Tudor Brasil

Outro site que explorei um pouco menos, mas que também gostei bastante do que eu li que tem um conteúdo bem interessante e que é focado mais na presença e importância das mulheres na história: Rainhas Trágicas


Blog:

Julho:
1 - Comentário: A louca da casa
2 - Livros Lidos: Junho/2017
3 - TBR - Maratona #MLI2017
4 - TAG 50%
5 - Comentário: A abadia de Northanger
6 - Motivos para ler Orgulho e Preconceito
7 - Comentário: Retalhos
8 - Comentário: A lógica inexplicável da minha vida

Agosto:
1 - Comentário: O condenado
2 - Livros Lidos: Julho/2017
3 - Comentário: A guerra que salvou a minha vida
4 - Resumo do mês de Julho - Parte 1 - Filmes

Por hoje é isso,
Até a próxima,

Dani Moraes

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Livros Lidos de Agosto/2017



Olá Pessoal, tudo bem?

Esse foi um mês muito corrido e não consegui ler muita coisa, então se compararmos com a minha TBR original foi até um fracassinho.. mas na verdade, eu amei minha leituras o que fez o mês mais que valer a pena.




1 - O condenado - Bernard Cornwell (Record): Esse é um romance histórico misturado com thriller que se passa no inicio do século XIX logo após as guerras napoleônicas, quando o ex-capitão inglês Sandman, se vê desmoralizado na sociedade (seu pai deu um golpe e quando se viu sem nada acabou se suicidando), pobre, sem noiva e sem emprego em Londres, ele é contratado para investigar o caso de um jovem pintor que aguarda para ser enforcado pelo assassinato de uma nobre. Então começa uma corrida contra o tempo para provar a inocência do acusado em que ele contará com a ajuda de alguns personagens excêntricos, um lorde erudito e viciado em críquete, uma jovem que ganha a vida como modelo de pintura e um ex-combatente que ganha a vida como uma espécie de segurança particular em um clube de cavalheiros. Gostei do livro, a escrita é fluida e rápida, a ambientação histórica muito bem feita,  com algumas cenas muito frenéticas, a parte do thriller em si, poderia ser melhor, mas nada que estrague a leitura. Comentário. ★★★★☆



2 - A guerra que salvou a minha vida - Kimberly Brubaker Bradley (Darkside): Uma garotinha, Ada, nasce com um pé torto e vê toda a sua vida ser definida por esse fato, ela não pode ser normal, brincar, sair na rua ou estudar. Ela é mantida o tempo todo presa dentro de casa pela mãe abusiva. Até que com evacuação das crianças de Londres ela e seu irmão Jamie tem uma oportunidade de mudar de vida. Um livro extremamente sensível contado através dos olhos da Ada, onde vemos que maior que a guerra externa é a que a personagem vive interiormente quando é exposta a tantas novidades, sendo a maior delas amar e ser amada, ser protegida e querida. Muito lindo, vale muito a pena. Comentário.★★★★★


3 - Ecos - Pam Muñoz Ryan (Darkside): Esse foi um livro que veio na caixinha do Turista Literário e mais uma vez foi uma grata surpresa. É um infanto-juvenil classificado como fantasia histórica. Ele começa no melhor estilo conto de fadas, onde conhecemos a lenda que envolve uma gaita mágica e então vamos conhecer três histórias diferentes em tempos diferentes, iniciando na Alemanha Hitlerista pré-segunda guerra, passando pelo período da depressão no EUA e na Segunda Guerra propriamente dita. Todas as histórias envolvem crianças e musica e poder da musica de curar e deixar as coisas melhores. Um livro que definitivamente vale a leitura e que vou falar exclusivamente dele mais para frente.★★★★★

Bom foi isso... não parece muito, mas foram todas excelentes leituras.

Até a próxima,

Dani Moraes

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Encerramento do mês: Junho de 2017 - Parte 2 - Series


Olá Pessoal, tudo bem?

Hoje vamos continuar a segunda parte do resumo de junho - series... e olha que esse mês teve muita coisa...

Series:


1 - Secrets of great British castles (1.1 - 2.6): Essa é uma serie documentário do Chanel Five, apresentada pelo historiador Dan Jones, que conta a história de castelos britânicos, sendo cada episódio focado em um castelo e cada temporada tem 6 episódios. A serie além de mostrar os castelos em quanto construção em si, ele conta todos os principais fatos históricos passados nos castelos desde de sua construção até os dias atuais. Em geral, os castelos estavam intrinsicamente ligados a intrigas, jogos de poder e personagens históricos importantes. Uma serie excelente que entretém enquanto você aprende um pouco mais sobre a história do reino unido, especialmente, da idade média. ★★★★★




2 - Secrets of the tower of London (PBS): Depois de assistir a serie acima resolvi procurar no Netflix outros programas semelhantes e tem essa serie de programas da rede de TV PBS no estilo de Secrets of... , nesse caso, ele foca na Torre de Londres, na serie anterior, houve um episódio sobre a Torre de Londres, mas forma tratadas aspectos e tiveram enfoques diferentes, a serie do Dan Jones é bem focada na história com encenação de fatos importantes, enquanto essa é mais como se fosse uma visita guiada, apesar de trazer também a parte história, eles trazem coisas como entrevistas com os guardas atuais da Torre e etc, o conteúdo também é bastante interessante para quem se interessa pelo assunto. ★★★★☆



3 - Orange is the new black (5.1 - 5.13): Depois de uma quarta temporada destruidora e que acabava em um cliffhanger incrível, estava com expectativas altas para essa temporada e não me decepcionei. A temporada começa com uma rebelião que se seguiu a morte de Possey e toda a temporada se passa em 72 horas e temos a sensação de estar acompanhando tudo em tempo real, enquanto as detentas se mantem em rebelião. Na temporada anterior já tinha ficado clara as criticas ao sistema carcerário  e em meio a essa rebelião vemos muito claro as referências ao abuso de poder e racismo, incluindo fazendo alusão a casos reais. O destaque dessa temporada fica para o núcleo afro-americano: Taystee (Danielle Brooks), Black Cindy (Adrienne C. Moore), Alison Abdullah (Amanda Stephen), Janae Watson (Vicky Jeudy) e Suzanne “Crazy Eyes” (Uzo Aduba), especialmente a Taystee, que se tornou uma líder na rebelião, trabalhando na negociação, mas pouco a pouco, foi se sentindo mais exausta  e perturbada com tudo que esta acontecendo. Para mim, foi impossível não me sentir de coração partido também pelo guarda que acabou assassinando a Possey, o que ele fez com certeza foi uso excessivo da força, mas ele também é de certa forma uma vitima do sistema, uma vez que, nunca recebeu um treinamento adequado e agora passa ter uma vida marcada. Por falar em guardas, nosso grande vilão Piscatella, arrasou com um personagem perturbado, mas que nos seus flashbacks mostrou um lado mais humano. O alivio cômico ficou por conta da dupla Flaca (Jackie Cruz) e Maritza (Diane Guerrero) que encarnam as youtubers, fazendo vlogs e falando com os seguidores todo o tempo. E mais uma vez, terminou naquele gostinho de quero mais e que venha a sexta temporada. ★★★★★


 
4 - Orphan Black (1.1 - 1.10): Essa é uma serie de ficção cientifica que tem como tema a clonagem. Começa quando Sarah Maning (Tatiana Maslany), uma jovem com uma vida um pouco complicada já se envolveu em pequenos delitos, esta fugindo e um namorado perigoso e tem uma filha que ela deixou com a mãe adotiva, mas que ela quer muito recuperar. Então ela vê uma mulher idêntica a ela se suicidar nos trilhos do trem, a mulher é Beth Childs uma policial que parece ter uma vida perfeita, com um belo marido, uma casa confortável e um bom dinheiro em uma conta bancaria que a Sarah decide pegar, mas é claro, que não será simples assumir o lugar de Beth e em meio a toda essa confusão ela acaba descobrindo que existe outras mulheres com a mesma aparência que ela - clones.
A história é incrível e cada episódio vemos um novo mistério e aventura, e vamos descobrindo a trama junto com a personagem e tentar adivinhar o que vem a seguir é uma das grandes diversões da serie.
Eu não poderia deixar de falar do trabalho incrível a Tatiana Maslany que interpreta personagens tão diferentes, inclusive em algumas cenas, alguma "irmã" se passa pela outra é possível notar que é uma personagem imitando a outra. Outro personagem incrível e muito bem interpretado é o Felix (Jordan Gavaris), o irmão adotivo de Sarah, gay, sarcástico, um tanto depravado, mas principalmente, o melhor irmão ou amigo que se pode ter.
Esssa é uma serie muito incrível e que eu recomendo muitíssimo tanto como serie de ficção cientifica como de drama. ★★★★★





5 - Glow (1.1 - 1.10): É uma serie de humor da Netflix, tem produção da criadora de Orange is the new black, mas infelizmente não teve a excelência dessa. Glow ("gorgeous ladies of wrestling", ou "mulheres incríveis da luta livre"). Ruth Wilder (Alison Brie) é uma atriz tentando ganhar a vida na Holiwood dos anos 80, mas ela não consegue nem um bom papel e esta ficando cada vez mais sem dinheiro, inclusive a cena de abertura da serie é incrível com Ruth em um teste falando um texto forte e quando ela termina a avisam que ela estava lendo o texto do homem e o texto dela é apenas algo como: "Senhor, a sua esposa esta ao telefone". Então ela acaba fazendo um teste para fazer parte de uma equipe feminina de luta livre, a partir daí vamos acompanhar essas mulheres muito diferentes em tudo dando o melhor para fazer esse show. O grande conflito surge quando a melhor amiga de Ruth, Debbie (Betty Gilpin) descobre que ela a traiu com o marido e ainda por cima o diretor decide que a Debbie seria excelente coma a atração principal para o show.
O melhor da serie é a ambientação dos anos 80 com suas cores fortes e cabelos chamativos, e é importante ver também as discussões com relação a posição da mulher na sociedade e até as discussões levantadas quando o diretor decide que cada uma das mulheres terá uma personagem que nada mais é que um estereótipo. Apesar da serie ser divertida acho que havia espaço para explorar um pouco mais a personalidade e relação entre as mulheres. ★★★☆☆



Por favor assistam essa chamada com a Gretchen e a Cadillac....



Internet: Já esta grande demais... então não vou indicar nada hoje.


Blog:

1 - Embrace yourself - aceite-se: um post discutindo um pouco sobre um documentário muito interessante sobre a questão do corpo e sua aceitação.
2 - TBR de junho/2017
3 - Livros Lidos de Maio/2017
4 - Comentário: Carta à D.
5 - Resumo do mês de Maio/2017
6 - Dois contos: YA e Horror Clássico
7 - Book Haul: Abril e Maio
8 - Comentário Quadrinho: Chico Bento - Arvorada
9 - Comentário Livros das donas e donzelas

Bom é isso tudo....

Até a próxima,

Dani Moraes

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Encerrando o mês de Junho - 2017 - Parte 1 - Filmes




Olá Pessoal, tudo bem?

Dessa vez, esse post esta mais do que atrasado, mas para falar a verdade esse é um post que dá muito trabalho para escrever e vou deixando adiantado durante o mês, mas em junho eu não consegui fazer isso e para completar foi um mês que eu vi muita coisa, então tinha muito do que falar e não estava conseguindo tempo para escreve-lo, mas mesmo assim, é um post que não quis deixar de fazer por ser um post que gosto muito. Talvez, eu possa ter esquecido de anotar alguma coisa que eu assisti, mas paciência...

Mas chega de enrolação e vamos ao que interessa logo de uma vez, e como tem muita coisa para falar eu decidi dividir o post para ninguém se cansar demais, nesse post falaremos sobre os filmes.


Filmes:


1 - Diário de uma criada de quarto (2015): Esse é um filme francês baseado no livro de Octave Mirbeau, um jornalista, escritor e dramaturgo da Belle Epoque francesa. Celestine (Léa Seydoux) deixa Paris para trabalhar na casa de uma família endinheirada do interior da França. Jovem e bonita, logo chama a atenção do patrão, enquanto foge das investidas do mesmos tem que lidar com uma patroa invejosa, ciumenta e tirana. Nessa casa, conhece o Joseph, um jardineiro misterioso, enquanto acompanhamos essa linha do tempo também vamos conhecendo a história de Celestine por outras casas burguesas. Quando o livro foi lançado foi um escândalo por expor a sociedade burguesa francesa, por falar de sexo, exploração sexual e insinuar o prazer sexual feminino. Mas o filme em si, achei esquisito, não sou especialista em cinema e não sei explicar, mas as sequencias das cenas não me agradaram muito. O mais interessante é a própria Celestine, que não tem muitas papas na língua e fala o que vem a cabeça e mesmo assim, consegue ir vivendo naquela sociedade que ela despreza.  ★★☆☆☆



2 - Quando me apaixono (2010): Descobri esse filme na Netflix procurando filmes do Colin Firth para assistir (adoro ele!!!). April (Helen Hunt) esta casada com um homem que se comporta como uma criança (Matthew Broderick), prestes a completar 40 anos o que ela mais quer é ter um filho, mas seu marido resolve se divorciar já que ele não se sente preparado para essa relação. Em meio a essa crise, a mãe adotiva de April falece e ela é procurada por uma excêntrica apresentadora de TV Bernice Graves (Bette Midler) que diz ser sua mãe biológica e ela se envolve com um cara também muito machucado pela vida e pai de um de seus alunos Frank (Colin Firth) e bom vai ter muita confusão, idas e vindas, as pessoas se machucando e se perdoando. Gostei bastante achei o filme bastante sensível, que nos faz pensar sobre nossas relações e o que realmente importa.★★★★☆



3 - Quero matar o meu chefe (2011): Esse filme é uma franquia, com duas sequencias e eu nunca tinha ouvido falar, então acabei assistindo na TV. Aqui vemos um trio de amigos Nick Hendricks (Jason Bateman), Kurt Buckman (Jason Sudeikis) e Dale Arbus (Charlie Day) que sofrem na mão de péssimos chefes: o egocêntrico Dave Harken (Kevin Spacey), idiota Bobby Pellitt (Colin Farrell) e tarada Julia Harris (Jennifer Aniston), respectivamente e decidem mata-los. Para isso, eles pedem consultoria a um "matador profissional" Jamie Foxx. Gostei bastante do filme, achei engraçado e tinha tudo para cair no pastelão, mas conseguiu fazer piada sem ser tão apelativo. Um dos bons filmes nesse estilo. ★★★★☆




4 - Holliwood homicídios (2003): Nesse filme acompanhamos dois policiais que tem o temperamento bastante opostos, Harrison Ford é mais esquentadinho, enquanto, Josh Hartnett faz um estilo mais calmo e até certo ponto bastante sensível e que tem o sonho de ser ator. Além de, acompanhar o caso policial em si, vemos a vida que eles levam já que ambos precisam ter um segundo emprego para conseguir manter o padrão de vida Harrison é corretor de móveis e Hartnett um professor de yoga. Fazia tempo que eu não assistia filma de ação e esse é bem gostosinho para passar o tempo. ★★★☆☆



5 - SOS mulheres ao mar (2014): Faz tempo eu vi o trailer desse filme e fiquei com vontade de assistir, mas tinha esquecido. Adriana (Giovanna Antonelli) tem o sonho de ser escritora, mas por enquanto, ela ganha a vida legendando filme pornô e para piorar o marido Eduardo (Marcello Airoldi) trocou ela por uma atriz de TV Beatriz (Emanuelle Araújo), então ela a irmã e a faxineira e amiga decidem viajar no mesmo cruzeiro que o ex e sua nova namorada. O filme é bem clichê comedia brasileira, mas achei bem divertido, tem uma cena muito hilária da Giovanna e Emanuelle fazendo um dueto. ★★★☆☆



6 - Ela é demais (1999): Esse é um dos meus filmes de adolescentes preferidos, acho que já assisti umas 3 vezes, Zach  (Freddie Prinze Jr.) é o garoto mais popular da escola que namora a chatissima Taylor (Jodi Lyn O'Keefe) que o troca por um cara mais velho, então ele faz uma aposta com os amigos que é capaz de transformar qualquer garota na rainha do baile. Laney (Rachael Leigh Cook) é uma artista, introvertida, um pouco estranha e muito próxima a família e assim começa o desafio de Zach. Sim, temos um roteiro clichê, mas eu adoro, não sei bem o porquê, acho que é pelo casal, gosto muito da interação entre eles e a forma que surge o amor, também gosto do fato de ela não ser uma princesa que precisa ser salva. ★★★★★




7 - Amor a toda prova (2011): Cal (Steve Carell) leva uma vida rotineira e tranquila ao lado da família até que sua esposa (Julianne Moore) vivendo a crise dos quarenta anos o traí e decide se separar. Aliás, a cena onde ela conta essa decisão é hilária. Vivendo essa crise ele conhece um rapaz Jacob (Ryan Gosling), que faz o tipo Dom Juan e decide ajudar a Cal a mudar de vida, no melhor estilo programa de transformação antes e depois, mas apesar de viver uma vida de muitos prazeres Jacob também sente um vazio em si, mas acaba encontrando alguém para preenche-lo (Emma Stone). Gostei muito desse filme, todo mundo já se sentiu meio perdido na vida e precisando de uma repaginada, mas como nem tudo é o que parece, no final temos que escolher aquilo que realmente nos faz felizes.  ★★★★☆



E vocês o que andaram assistindo?

Aguardem a segunda  parte com as series.

Até a próxima,

Dani Moraes

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A guerra que salvou a minha vida

Kimberly Brubaker Bradley



“Burra. Retardada. Educável. Zelosa. Eram só palavras. Eu estava tão cansada de palavras sem sentido." 
 
Ada tem dez anos (ao menos é o que ela acha). A menina nunca saiu de casa, para não envergonhar a mãe na frente dos outros. Da janela, vê o irmão brincar, correr, pular – coisas que qualquer criança sabe fazer. Qualquer criança que não tenha nascido com um “pé torto” como o seu. Trancada num apartamento, Ada cuida da casa e do irmão sozinha, além de ter que escapar dos maus-tratos diários que sofre da mãe. Ainda bem que há uma guerra se aproximando.Os possíveis bombardeios de Hitler são a oportunidade perfeita para Ada e o caçula Jamie deixarem Londres e partirem para o interior, em busca de uma vida melhor.
 
 
Olá Pessoal, tudo bem?
 
Hoje vamos conversar um pouco sobre esse livro que eu estava muito ansiosa para ler, pois só ouvi coisas boas sobre ele e com certeza ele não me decepcionou. Ambientado na segunda guerra mundial, narrado por um criança, mais uma pancada no coração.

Ada nasceu com uma deficiência, um pé torto, e isso marcou e definiu a sua vida, a mãe sempre se envergonhou dela fazendo com que ela mesmo se sentisse uma vergonha, uma monstruosidade que deveria se manter oculta, sempre mantida dentro de casa, observando o mundo através de uma janela, se arrastando, pois se achava incapaz de andar. No entanto, o fato de nunca ter sido amada não a impediu de amar, ela amava seu pequeno irmão Jamie, mesmo achando que era uma traição da parte dele sair e deixa-lo todo o dia sozinha.

Então iniciou-se a segunda guerra mundial e o governo inglês achou prudente enviar suas crianças de Londres para a segurança do interior, e dessa forma, Ada viu uma chance fugir dessa vida insuportável. Não sem muito esforço os dois conseguem ir até o local da evacuação e são levados para o interior, mas devido a aparência deles, sujos, maltrapilhos e desnutridos são deixados por ultimo na seleção das crianças que é realizada pelos moradores. Dessa forma, acabam na casa de Susan Smith, uma mulher marcada pela vida, depressiva e que se achava incapaz de cuidar de alguém.

A história é extremamente sensível, as crianças são muito inocentes, não conhecem o mundo, as coisas ou as palavras, especialmente Ada, que praticamente se criou sozinha e é muito lindo vê-los aos poucos se inserindo nesse mundo tão diferente do que eles conheciam antes.



Toda a história nos é contada através dos olhos da Ada e por isso, nos vemos o que ela vê e sentimos o que ela sente, então é muito dolorido, essa garota não sabe o que é carinho, amor, ser cuidada ou que alguém possa verdadeiramente se preocupar com ela e ela vive o tempo todo negando isso, ela sente que não pode se acostumar, que não pode permitir que se aproximem dela porque é tudo provisório. Então assistimos esse embate de sentimentos, por um lado ela esta feliz pela primeira vez e por outro, ela não acredita que isso possa ser real.

É muito triste ver o quanto as pessoas, especialmente as mais próximas podem ser nocivas, principalmente quando tratamos da formação sentimental das pessoas, mas apesar de tudo isso, ela ainda tem aquela esperança de que a mãe possa gostar dela se ela se tornar melhor.

Mas nem só de Ada vive essa história, temos um outro garotinho Jamie, que também vive situações muito contraditórias, sendo pela primeira vez, bem tratado e alimentado ele ainda ama e sente falta de uma mãe abusiva. Mas se pararmos para pensar isso é perfeitamente aceitável, até aquele momento esse foi o único exemplo de amor que ele teve.

Porém se por um lado as pessoas próximas podem fazer sofrer, por outro, novas relações podem nos ajudar a nos reconstruir e curar nossas feridas como vemos acontecer com os personagens desse livro, especialmente Ada e Susan, que em meio a uma guerra sangrenta vivem uma guerra interna para se permitirem amar e ser amadas.

Livro: A guerra que salvou a minha vida
Autor: Kimberly Brubaker Bradley
Editora: Darkside
234 páginas

Leitura mais que recomendada!!!

Além disso, eu não podia deixar de falar dessa edição.. a Darkside arrasa de mais




Por hoje é isso,

E vocês já leram esse livro? O que acharam?

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